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Vitória a Vila Velha em menos de cinco minutos

Sair de Vitória e chegar em Vila Velha em menos de cinco minutos e sem ter que enfrentar o trânsito caótico na Terceira Ponte é um sonho que pode estar perto de se tornar realidade para a população capixaba. Na manhã desta segunda-feira (25), mais uma empresa esteve no Espírito Santo para apresentar um possível […]

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Sair de Vitória e chegar em Vila Velha em menos de cinco minutos e sem ter que enfrentar o trânsito caótico na Terceira Ponte é um sonho que pode estar perto de se tornar realidade para a população capixaba. Na manhã desta segunda-feira (25), mais uma empresa esteve no Espírito Santo para apresentar um possível modelo de transporte aquaviário para a Grande Vitória.

A operadora é a mesma que faz o modelo de transporte no sul do Rio de Janeiro. Uma das linhas realizadas é a que liga Ilha Grande e Angra dos Reis. O modelo apresentado pela empresa Fibra Rio tem a capacidade de transportar até 50 passageiros por viagem. Um possível roteiro previsto é a ligação entre a Prainha, em Vila Velha, e a Praça do Papa, em Vitória. Percurso que pode ser realizado em apenas três minutos. De Santo Antônio, na capital, à Porto de Santana, em Cariacica, a previsão de percurso é de cinco a oito minutos.

De acordo com o presidente da Comissão de Infraestrutura (Coinfra) da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), deputado Marcelo Santos, ainda há previsão de que mais uma empresa apresente um modelo de embarcação. Depois disso, um relatório deve ser feito e entregue aos representantes do Governo Estadual. “O transporte aquaviário não concorre com o rodoviário. Eles são complementares. A demanda do transporte rodoviário é saturada. Temos obras estruturantes que precisam estar prontas para melhorar a mobilidade”, afirmou.

De acordo com o secretário de Transportes e Obras Públicas (Setop), Fábio Damasceno, ainda não há uma previsão para o início da operação do novo sistema aquaviário. Sem citar datas, Damasceno afirmou que o serviço deve começar a operar em breve. “A meta é ter o aquaviário em operação e que possa, da melhor forma, atender a população. Por enquanto não vamos dar prazos. Se tivermos duas [embarcações] operando, já estará bom para começar e ir aos poucos aumentando. O importante é a volta do aquaviário”, disse.

Segundo Damasceno, é preciso um trabalho consistente na parte de terra para que o aquaviário possa atender bem a população. Ele explicou que a escolha do local vai depender do trabalho de integração, quantidade de linhas de ônibus, entre outros quesitos. Por enquanto, alguns locais que já apresentam as melhores condições para ser um terminal do aquaviário, como a Prainha, pelo estacionamento e possibilidade de aumentar as linhas de ônibus. A Praça do Papa e o Centro de Vitória também possuem várias linhas do Transcol, o que pode facilitar a mobilidade dos passageiros.

O secretário também explicou que a visita realizada nesta segunda-feira serviu para ampliar os estudos realizados na primeira gestão do Governador Renato Casagrande (2011 – 2014), fazendo adaptações para as atuais necessidades para implantação do sistema. “Procuramos o melhor modelo para atender a região metropolitana e integrar todo o modelo de transporte. Inclusive, estudamos integrar automóveis, bicicletas e ônibus. Esse processo precisa ser feito, inclusive com o processo de integração tarifária”, ressaltou.

Integração Tarifária

Ainda falando na questão da mobilidade, Damasceno afirmou que os trabalhos para a integração dos sistemas Transcol e Municipal de Vitória continuam. A proposta é que haja um só bilhete para pagamento nos dois sistemas, além da facilidade para compra de créditos, entre outros benefícios para a população. Um prazo, no entanto, também não foi informado. “Precisamos trazer a população para dentro do transporte”, afirmou.

O diretor-presidente da Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Espírito Santo (Ceturb-ES), Raphael Trés, também esteve presente na visita e destacou as melhorias no sistema Transcol que, segundo ele, já têm previsão para começarem. “A partir de junho já começam a chegar os novos veículos. Serão em lotes de 20, mas depende das empresas operadoras, pois elas adquirem os carros. Esperamos que até o final do ano tenhamos 100 carros com ar condicionado no sistema.

Fonte: Folha Vitória

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Experimentos estimulam o interesse de alunos por fazer Ciência

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A partir da elaboração de hipóteses, da execução de experiências e do registro e da análise de resultados, estudantes do 5º ano conhecem o processo científico - Fotos: Divulgação

Qual substância que misturada com a água conduz melhor a eletricidade? Essas e outras hipóteses estão sendo levantadas, testadas e analisadas por alunos do 5º ano do Ensino Fundamental do Centro Educacional Leonardo da Vinci com a intenção de despertar neles o desejo por fazer Ciência.

De acordo com o coordenador do Ensino Fundamental I, Alexandre Zanotelli, a iniciativa, que está sendo chamada de Feira de Ciências, vai muito além de executar um experimento já descrito em livros ou na internet.

“Os alunos receberam uma lista com perguntas e escolheram com qual cada um iria trabalhar. A partir daí, eles elaboraram hipóteses para responder à questão escolhida e pensaram em que tipo de experimento deveriam fazer para testar as hipóteses, apontando os materiais necessários. Depois realizaram os testes e registraram os resultados. Nas próximas semanas, eles vão produzir gráficos, fazer comparações e analisar se as hipóteses foram comprovadas ou não”, explica Alexandre.

O objetivo, segundo o coordenador, é apresentar o passo a passo do processo científico, colocando, entretanto, o aluno como protagonista de todo o procedimento. “Queremos mostrar como a Ciência é feita, que ela não é um produto pronto e acabado, mas construído ao longo do tempo e alterado de acordo com as novas descobertas. O fato de algumas hipóteses serem confirmadas e outras não é intencional para mostrar que é uma construção”, esclarece o coordenador.

Para isso, Alexandre garante que o segredo é lançar mão de algo já natural nas crianças. “Exploramos a curiosidade delas e a levamos a um nível organizado e estruturado, que é o que embasa o processo científico”, finaliza Alexandre.

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