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Ciência e Tecnologia

Vivo tem outra falha de segurança ainda mais grave; entenda

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Outro vazamento de dados de clientes Vivo foi identificado


Na última segunda-feira (04), o Olhar Digital reportou com exclusividade uma falha de segurança no portal de serviços da Vivo que deixou exposto os dados de pelo menos 24 milhões de assinantes da operadora. O problema foi descoberto e identificado pelo grupo de pesquisadores WhiteHat Brasil. No dia seguinte, a própria Vivo reconheceu a falha e anunciou que havia resolvido a grave vulnerabilidade na plataforma de serviços “Meu Vivo”.

O problema é que nesta quinta-feira (07), uma nova denúncia anônima, feita mais uma vez com exclusividade ao Olhar Digital, mostrou que os dados dos clientes da Vivo continuam desprotegidos e abertos . Desta vez, segundo a denúncia, a falha está na API do serviço “Meu Vivo Fixo”. Segundo o pesquisador que encontrou a nova brecha, essa API é basicamente um banco de dados que retorna as informações dos usuários cadastrados no site da operadora.

Leia também: 24 milhões de clientes da Vivo têm seus dados vazados

A vulnerabilidade foi descoberta há mais de um mês. Na época, o usuario chegou a enviar um e-mail relatando com detalhes a falha para a operadora. Mas a Vivo ignorou o alerta. O problema persiste na plataforma e todos os dados dos clientes continuam vulneráveis e abertos . Em nota, a Vivo diz que está apurando o caso.

Também nesta quinta-feira, segundo o jornal O Estado de São Paulo , a Telefônica Brasil recebeu cobranças de esclarecimento por parte da Fundação Procon e da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel . Os dois órgãos cobram explicações da operadora sobre o caso de vazamento de dados pessoais de seus clientes. A Telefônica tem 15 dias para responder. Com base no Código de Defesa do Consumidor, a multa pode chegar a R$ 10 milhões.

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Ciência e Tecnologia

Anvisa aprova eletrocardiograma em Apple Watch, diz site

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Olhar Digital

Apple Watch
Unsplash/Luke Chesser

Apple Watch ganha recurso de eletrocardiograma


Recentemente, a Apple ativou o recurso de eletrocardiograma (ECG) em alguns Apple Watches em países como Chile, Nova Zelândia, Turquia e Arábia Saudita. Após discussão sobre a chegada da funcionalidade por aqui, parece que o lançamento está prestes a acontecer.

De acordo com o site MacMagazine, o pedido para que o ECG chegue aos relógios da marca no país será aprovado nesta segunda-feira (25) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ). O pedido, feito pela empresa da maçã em 4 de maio, levou um tempo menor do que o esperado para ser concedido – a previsão era de 60 dias. Com a autorização em mãos, a empresa pode começar o processo de liberação do recurso.

Se a Apple  seguir o cronograma de lançamento em outros países, a funcionalidade deve chegar por aqui quando uma nova versão do watchOS for liberada. Atualmente, o sistema encontra-se na versão 6.2.5, para implementar o recurso, pode ser que a companhia lance sua sucessora – que deve ser nomeada 6.2.6.

Leia também: Apple Watch poderá identificar ataque de pânico, diz vazamento

Outra possibilidade é esperar o lançamento da versão 6.3 que, se for como a empresa costuma fazer, começará os testes beta em breve. No entanto, isso pode fazer com que a funcionalidade demore um pouco mais para ser disponibilizada para todos.

Em uma cenário mais otimista, prevendo a liberação por aqui, a Apple  já pode ter implementado o recurso de maneira escondida no watchOS 6.2.5. Com isso, basta a aprovação acontecer para que a funcionalidade seja liberada de maneira remota, sem a necessidade de uma atualização – isso ocorreu na Índia recentemente. 

De qualquer forma, parece que os donos brasileiros de Apple Watches Series 4 e 5 estão muito próximos de poder ter acesso ao recurso e usá-lo pela primeira vez.

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