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YouTube deleta vídeo de fundação do Itamaraty que criticava uso de máscaras

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YouTube deleta vídeo que desinforma sobre uso de máscaras – Unsplash

O YouTube excluiu um vídeo de uma palestra da Fundação Alexandre Gusmão (Funag), vinculada ao Itamaraty. O conteúdo era sobre a “nocividade do uso de máscaras”, e foi deletado porque a plataforma do Google entendeu que ele poderia incentivar “atividades que possam causar danos físicos ou mortes”.

O vídeo era um recorte de um seminário virtual encabeçado pela Funag, sob o tema “A conjuntura internacional no pós-coronavírus”, que aconteceu no dia 3 de setembro. Ao G1, o YouTube não informou desde quando o vídeo está indisponível.

No vídeo, o palestrante Carlos Ferraz, apresentado como professor de filosofia da UFPel cedido para a Secretaria Nacional da Juventude do MMFDH (Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos), dizia que o uso de máscaras faz mal para pessoas saudáveis.

O palestrante, porém, não apresentou evidências científicas para a afirmação, citando apenas “artigos” e “testes”, mas sem entrar em detalhes. O uso de máscaras durante a pandemia de Covid-19 é uma orientação dos órgãos de saúde, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a fim de diminuir a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Ao G1, o YouTube justificou a proibição do vídeo. “O YouTube tem políticas claras sobre o tipo de conteúdo que pode estar na plataforma e não permite vídeos que incentivam atividades que possam causar danos físicos graves ou morte”.

Já o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos disse ao portal que “o servidor expressou sua opinião pessoal, que não necessariamente corresponde ao posicionamento oficial do Ministério” e que ele “não participou do evento como representante oficial do MMFDH”.

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Preço recorde: Rapper compra carta rara de Pokémon por mais de R$ 1 milhão; veja

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Olhar Digital

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Carta rara de Pokémon é leiloada – Pixabay/geralt

“Pokémon Trading Card Game” é uma série de cartas colecionáveis que chegou aos Estados Unidos em 1998 pelas mãos da Wizards of the Coast (de Magic: The Gathering), sendo que atualmente é responsabilidade da Pokémon Company na América do Norte. Bilhões de cartas já foram e continuam sendo vendidas pelo planeta (incluindo o Brasil, onde a distribuição é feita pela Copag), e uma das primeiras produzidas acabou de ser revendida para um rapper.

A primeira leva de cartas tinha apenas os 151 “pokémon” originais, mas desde os anos 90 alguns cards eram muito mais procurados do que outras. Entre elas o gigante dracônico “Charizard”, acabou de ser vendida em um leilão nos Estados Unidos por US$ 183 mil, ou pouco mais de R$ 1 milhão na conversão direta. O vencedor foi Sir Robert Bryson Hall II, mais conhecido como o rapper aposentado “Logic”.

pokémon

Carta rara de Charizard é parte da coleção original de ‘Pokémon Trading Card Game’, lançada em 1998 – Reprodução/Wizards of the Coast

Segundo a descrição feita pela casa de leilões Iconic Auctions, a carta do “Charizard” é a “jóia rara” da primeira edição do jogo, com todo um mercado paralelo sobre a marca, destinado a colecionadores. O Polygon cita o site Cardhops como um especulador de preços dos itens, afirmando que a recente venda trouxe o mais alto valor já pago por uma carta de “PTCG” na história.

Para Logic, a aquisição tem um valor ainda mais alto: nascido em 1990, ele era uma criança quando o jogo chegou aos EUA pelas mãos da Wizards of the Coast (famosa por “Dungeons and Dragons” e “Magic: The Gathering”). Em um vídeo publicado no Instagram, o ex-rapper disse: “Quando eu era uma criança, eu era absolutamente apaixonado por Pokémon, mas não tinha dinheiro para comprar as cartas. Eu me lembro até de tentar trocar cupons de alimentação por elas e agora, como um adulto que economizou cada centavo que ganhou, poder aproveitar algo que eu amo desde a infância (…) é como comprar de volta um pedaço de algo que eu nunca pude ter – não é sobre o material, mas sim sobre a experiência”.

A Iconic Auctions ofereceu a carta de “Charizard” com lances iniciais de US$ 40 mil (R$ 222,86 mil), com a corrida subindo entre Logic e outros compradores até chegar ao arremate milionário. Mas o valor divulgado ainda não é o total: sobre ele, são adicionados os custos de procura, aquisição e averiguação de autenticidade da carta (o chamado “finder’s fee”), que trazem um custo total acima de US$ 220 mil (mais de R$ 1,22 milhão).

A Wizards of the Coast é quem deve apreciar a divulgação gratuita: embora eles não recebam nada de itens leiloados, a publicidade em cima de um material que eles promoveram nos EUA é certamente bem-vinda. E não é a primeira vez que um objeto da empresa resulta em aquisição de alto valor, já que, em 2019, uma carta rara de “Black Lotus” (“Magic: The Gathering”) foi vendida pela mesma Iconic Auctions por pouco mais de US$ 166 mil (R$ 924,85 mil).

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