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Próximo governador capixaba será decidido no campo político

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Por Tiago Turini – Jornalista e estrategista em comunicação política.

O eleitor capixaba busca político de verdade

À medida que nos aproximamos do final de 2025, aumentam as articulações para as eleições estaduais de 2026, e fica cada vez mais evidente que o eleitor capixaba não está em busca de debates técnicos ou de disputas geracionais. O que o capixaba quer é um político de verdade, alguém que conheça as demandas de norte a sul do Estado, que dialogue com suas lideranças e que seja capaz de entregar resultados concretos, não apenas discursos.

Ricardo Ferraço: experiência e tradição política

Nesse cenário, Ricardo Ferraço (MDB) é o nome natural. Filho de uma figura com enorme tradição na política capixaba, Theodorico de Assis Ferraço, ele aprendeu desde cedo a arte de fazer política e construiu um caminho de experiência, relações e conhecimento profundo do eleitorado, que vai de Ibitirama, na Região do Caparaó, até Pedro Canário, na divisa com a Bahia. Ricardo é um “político político”, que sabe articular, negociar e transformar essa capacidade em ações reais para o Espírito Santo.

Articulação com lideranças e coalizão política

Não é por acaso que Ricardo tem conseguido agregar os principais atores da política capixaba ao seu projeto. Com o apoio do governador Renato Casagrande (PSB), do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (Federação União Progressista), e de lideranças como Euclério Sampaio (MDB), Da Vitória (Federação União Progressista), Sérgio Vidigal (PDT), entre outros nomes de peso da política capixaba, ele tem construído uma coalizão sólida que não depende de discursos sobre austeridade ou ideologias. Aqui, o critério é outro: conhecimento, experiência, capacidade de articulação e realizações concretas, que passam a confiança necessária de que ele vai cumprir os acordos firmados.

As eleições de 2026 serão decididas no campo político. Quem espera que a população vá escolher apenas por perfil técnico, ideológico ou por debate geracional está subestimando o que realmente importa para o capixaba. A prioridade do eleitor é estabilidade, continuidade da política de desenvolvimento e um governo capaz de ouvir e atender às demandas da sociedade.

Quando Ricardo sentar na cadeira de governador em abril de 2026, após Casagrande deixar o cargo para disputar o Senado, ele o fará com uma ampla vantagem e, provavelmente, sem um adversário à altura que seja capaz de enfrentar a coalizão política que construiu.

Aos 62 anos, ele não pode cometer erros, e terá à disposição não apenas sua experiência, mas também a confiança do eleitor capixaba, pois representa, de fato, aquilo que o Espírito Santo espera: um político que conhece o Estado, que entende seu povo e que está pronto para governar com competência e visão estratégica.

No final das contas, não se trata de idade, nem de fórmulas técnicas, nem de disputas geracionais ou ideológicas. Trata-se de política de verdade. E, nesse campo, Ricardo Ferraço é, hoje, de fato, o favorito para governar o Espírito Santo. Sua foto ao lado de Marcelo Santos e de Carlos Manato (PL), no último final de semana, mostra como Ricardo está preparado para o diálogo direto e transversal com todas as forças políticas capixabas.

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